2026 UM ANO RETRÔ?

Aquele Déjà-vu da vulnerabilidade na juventude. Assim começou o ano mais estranho da minha vida. Estou em um espiral de coisas novas, tudo me rodeando, tudo me testando, tudo me empurrando para um lugar que ainda não sei qual é.

Todos os dias sou grata pelo que sou e pelo que tenho. Sei que Deus me abençoa a cada momento da minha vida. Vejo nos detalhes o bem e a paz de Jesus Cristo. Sinto na pele, na mente, na alma, nos cabelos as bênçãos de Deus. Eu peço sempre em orações para que eu viva Tua Palavra e Teu Amor todos os dias de minha vida. 

Sou uma pessoa medrosa e até aprendi a conviver com esse medo. Faço cada passo valer a pena. Cambaleio mesmo assim. Caio muito. Levanto todas as vezes, meio quebrada, torcida, dolorida. Mas, eu levanto. E isso não tira o medo de cair de novo e não conseguir mais levantar. Sei mesmo que tudo tem seu tempo. Sei muito que tudo passa. Sei pouco sobre a minha vida futura. A deixo nas mãos do Senhor.

Hoje quero desabafar, mas o choro está preso na garganta. Estou sentindo que não tenho o direito de sentir angústia e medo nesse momento. Tenho muito, sou grata. Entrego a Deus o que não posso controlar. E tem coisas que ainda doem. São cicatrizes que abrem e sangram. Se sangram não são cicatrizes, são feridas ainda.

Nos primeiros dias desse ano tenho a sensação de que já passei por eles. E isso me angustia. Eu não gosto de viver no passado. Ainda tenho muita coisa pra viver. 


Quero sentir o cheiro do novo, da vida, da alegria, da leveza da alma...



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