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Azul Celeste

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A cor do céu da minha Cidade Menina Ilumina minha tez de incansável tristeza E porque não sorrir para esse mar de ilusão Se eu sei que as estrelas irradiam beleza? O azul celeste que se transforma em caminhos Trazem para mim a felicidade de saber Que os segredos desse céu sozinho Eu também posso ter. E quem poderia ser o amor desse céu azulzinho E não deixá-lo sofrer?
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Por não ter esperança de beijá-lo Eu mesma, ou de abraçá-lo, Ou contar-lhe do amor que me corrói O coração vassalo, Vai tu, poema, ao meu Amado, vai ao seu quarto dizer-lhe quanto, quanto dói Amar sem ser amada, Amar calada. Beijai-o vós, felizes Palavras que levíssimas envio Rumo aos quentes países De seu corpo negro dormente, rumo ao frio Vale onde vaga a alma Liberta que na calma Da noite vai sonhando, indiferente À fonte que, de ardente, Gera em meu rosto um rio Resplandecente. No sonolento ramo Pousai, palavras minhas, e cantai Repetindo: eu te amo. Ele, que dorme, e vai De reino em reino cavalgando sua Beleza sob a lua, Encontrará na voz de vosso canto Motivo de acalanto; E dormirá mais longe ainda, enquanto Eu, carregando só, por esta rua Difícil, meu pesado Coração recusado, Verei, nesse seu sono renovado, Razão de desencanto E de mais pranto. Entretanto cantai, palavras: quem Vos disse que chorásseis, vós também? (balatetta, de Mário Faustino)

Dizer que sou MULHER!!!

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Menina? Inocente? Inconsequente? Essa condição pode ser a mais favorável para o chão que piso hoje Essa situação poder ser a mais cômoda para a cadeira que ocupo neste lugar Essa questão pode ser a mais fácil de entender para quem está a minha frente. Não sei dizer se infelizmente, mas eu sou MULHER. Eu já vivi o suficiente para saber a diferença entre o bem e o mal. Eu já vivi o suficiente para dar valor ao ar que respiro. Eu já vivi o suficiente para erguer minha cabeça e encarar os desafios sem medo. Não sei dizer se felizmente, mas eu já sofri o que precisava para amadurecer. Eu já sofri o que precisava para compreender as outras pessoas que sofrem. Eu já sofri o que precisava para cair, bem no fundo do poço. Eu já sofri o que não precisava... para morrer. Não sei dizer mesmo como posso mostrar a Mulher em condição de menina, A guerreira em condição de aprendiz, A mãe em condição de orientanda, A completa em condição de perdida. O que sei dizer é que eu quero dizer algo para v...
E nessa madrugada quente eu relembro o dia em que pedi essa solidão a Deus. Em como eu poderia estar em paz comigo mesma, E sem ter que sofrer mais, Com os meus bem próximos, bem perto, bem amados, na toca. Eu pedi pra ele proteção, alegria, leveza e solidão. Eu pedi a ele um coração limpo, leve, cheio de luz. Eu pedi uma toca aconchegante, cheia de calor, de amor e de paz. Eu pedi tanto o que tenho hoje, aqui, em dobro. Eu pedi... E consegui, obrigada meu pai!!! Cuidado com o que você pede em suas orações. Porque você pode conseguir. Já dizia minha irmã Fá.

3º e 4º dias do Encontro de História da FAP

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Muita gente prestigiou o evento. A Turma sempre animada com os minicursos e palestras. Prof. Mairton e Profª Bedard abrilhantaram o evento com seus conhecimentos e simpatia conosco. Parabéns a todos que trabalharam e participaram do II Encontro de História da FAP!!!